Piores leituras de 2017


O ano de 2017 não foi só de leituras boas, li alguns livros médios e outros bem ruins. Para não dizer que perdi meu tempo com eles, acredito que pelo menos aprendi mais sobre o que não gosto de ler. Segue abaixo três deles:

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Frank Peretti é um dos autores responsáveis por ter me tornado leitora. Li "Este mundo tenebroso I" com 12 anos e o mundo da literatura juvenil se abriu para mim (não que o referido livro seja para essa faixa etária, é que a minha interpretação dele na época faz jus a essa colocação). Então é com grande carinho que leio os seus livros hoje sempre que tenho oportunidade. Tilly é uma novela, e talvez esse seja o problema, explico, a ideia e a trama escolhida para o livro são muito boas, mas pouco desenvolvidas nas menos de cem páginas. Quando o livro começa ficar bom, termina: eu esperava mais.


Eu não costumo ler séries, ainda sim, tenho a minha listinha de indicações com alguns títulos que tenho vontade de conhecer. Maze Runner era uma delas, que decepção! Quando assisti o filme pensei que os livros seriam fascinantes. O primeiro, "Correr ou morrer", até passa, me diverti lendo, mas "Prova de fogo" e "A cura mortal" (que abandonei a leitura) são - os fãs que me perdoem - intragáveis (mal escritos, chatos, entediantes...)


Franz Kafka é um dos meus autores preferidos (como já repeti e devo fazer muito ainda nesse blog), e por isso, eu tinha grande expectativa pela sua biografia. Não posso dizer que o livro é ruim, na verdade o conteúdo é até bom, dentro daquilo que se espera de uma biografia, porém a leitura foi demasiadamente cansativa e truncada. Fiquei pensando se o problema não era a tradução, não sei. Enfim, gostaria muito de ler outra biografia do Kafka, pois a leitura dessa foi meio frustrante.

Quais foram as suas piores leituras de 2017?


*Crédito Imagem
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